terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Uma são Francisco
Crise externa exerce pressão sobre negro/a que esteja empregado no mercado formal. O racismo aumenta, é um convite ao negro/a pedir conta ou surta. Ganhar o dinheiro se torna muito mais caro. Então o empregador economiza em seguro desemprego. O branco gosta do batuque, da energia que o negro/a traz, grava tudo e é capaz de dizer em releituras e ser negro no coração. O branco não gosta é da neurose, psicose do negro/a. Seu descarrego, seu descontrole. Branco gosta de negro/a polido: sorri e fala baixo. Branco não gosta que o negro/a largue o blues e vai cheirar uma cocaína, uma escama, uma merla, um crack sem dinheiro desespero. Branco atmosfera, branco em todo lugar, parecer lombra bater no sol quente; para branco os votos que a esquerda levou não passou de assistencialismo. Para um negro/a foi um batuque ingênuo defender a permanência de governo coalizado, enlameado, como diz os teóricos liberais, deixasse que o mercado se estabilize por ele mesmo. Os brancos se preocupam com negro/a orgulhoso/a, o negro/a indiferente. O negro/a tocar o foda-se. Se negro/a não endossasse, muita coisa era para ficar mais amarga. Mas embaça, tem as obrigações da religião, tempo para o patrão, gratidão, perdão, comissão; tempo para senso comusão. E não sobra um tempo para tramar estratégia de ocupar e permanecer. As vezes se perde tempo em achar que já foi longe. Mas foi perto, falta atender muito negro/a. Mas tem muita conversa leve, pedindo calma, conversa doce, conversa sono, conversa horizontal, conversa dispersa. Ai, não entendo para que tanto rancor, nossa mestiçagem é tão linda, tão nojenta, tão foge do assunto, tão sem leitura. Quem governa sem leitura vai se preocupar com isso?! Seguranças retirem eles!
Dilmar Elemento Preto
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Steve Biko na Africa do Sul chamou de traidor, quando indagado numa entrevista a respeito do/a negro/a que veste a farda do sistema racista, farda em todas as instancias de poderzinho. Lélia Gonzales o chamou de ‘’jaboticaba’’; o/a negro/a bajulador, paga pau do sistema, o que introjetou o sistema do racista, o que todo dia vende a se, e entrega outros/a negros/a para serem expostos ao maquineismo triturador dos artifícios criminosos. Como esse casal de negros estavam conscientes. Como merecem serem lembrados, reverenciados. Esses/a pretos/a por fora e de caroços intragáveis por dentro, interior branco. O Sistema é tão brutal com esses próprios negros/a. Há casos de negros militares ou civil que sofreram a dor de verem o próprio sistema que eles serviram cegamente levar seus bens mais preciosos, os próprios filhos, nas batidas rotineiras violentas. Mas infelizmente a pedagogia dessa dor é nula. Se é que os/a jabuticabas sabem o que é isso. Os/a jabuticabas que sobrevivem por dentro da estrutura, os/a jabuticabas que levam os/a branco brasil nas costas. Os/a jabuticabas tão eficientes coadjuvantes. Os/a sempre apostos a entregar os/a irmãos/a ‘’pros homi’’, os dedos de gesso, como dizia Sabotagem. Esses pária do calabouço é de embrulhar o estomago. A luta por sobrevivência é constante contra tudo e mais esses vermes. A alegria desses tipos é reproduzir piadas que os branco brasil fazem dele mesmo, crentinos a fazer vista grossa por conveniência.
Dilmar Elemento Preto
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
''tv é uma merda prefiro ver a lua'', Ed Rock tá é certo. '' a tv desligada ja é um belo quadro'', Cazuza tava certo.
t v, da analógica sem logica, a digital que não é a tal, só os programinhas noticia local, apresentador/a metido a parlamentar, amigo do polvo,porque tem um programa ruim , audiência as custas de malhar gente comum, ou jogar gasolina no fogo dos acontecimento, pregar nas suas conversinha linchamento, desdobramento; essas enfeite de estante agora estão com uma parceria maravilhosa, veja novamente direto do circuito interno de câmeras da loja, as internet móvel, e os fragrantes, paga se bem para quem nos enviar acontecimentos, paga é porra.
Arrumaram uma venda casada ao comprar uma tv. Levar videocassete, o dvd, o caraoke; eles ficaram chato e a tv resiste. essa bixa é bruta.
domingo, 20 de dezembro de 2015
Onde os/as negros/as ficam nos governos?
Na campanha é fato, bradam, falam, brigam...Em seguida articula -se uma Secretaria com status de Ministério, vinculada diretamente ao governo Central. Toda indagação da comunidade negra direcionada aos representantes desse órgão eram respondidas, com a afirmativa de que não era a intenção de ter um contato direto com a comunidade. E sim articular dentro da esplanada, com os ministérios , dentro de suas ações já executadas, incluir a questão racial. O que se deram o nome de articulações institucionais. Essa secretaria sempre teve em seu corpo funcional: cargos comissionados, requisitados, sem concursos. Se houvesse uma sensibilização dentro da estrutura do governo e autarquias. Será que teríamos presenciado mais casos de racismo exposto? Mais racistas sendo apontados e multados e punidos? Será que teríamos acelerado a titularização das terras quilombolas? As cotas no ensino superior seriam reduzidas apenas para 5% hoje? O genocídio da juventude negra teria aumentado?
Bem, hoje as secretarias foram reunidas em uma só pessoa, até agora. Negros/a decorativos ainda acompanham o governo nos seus lançamentos de Plano de Grupo de Trabalho - GT. Graças a deus ainda temos a diversidade e o enfrentamento do Bulling em nossa sociedade atual.
Quero saudar todas/o irmãs irmãos negros/a para ainda juntos construirmos uma frente preta forte, que não desmancha em eleições, partidos e indicações para compor governos; que façamos jus aos tais números do Censo Demográfico, quando dizem sermos mais de 50% dentre pretos/a e pardos/a da população do tal brasil. E com isso significar poder.
Dilmar elemento preto
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