domingo, 22 de maio de 2016



           do facebuka pubicado aqui



            Toda a elite que governa é uma desgraça que aprendeu com os capitalistas ou socialistas as formas de governar e onde isso aconteceu? nos encontros com os anglo-saxônicos e outros nos seus congressos e ninguém quer largar o osso e vai fazer o mesclado com todos tipos de governar que ja houve, eu também não sei nada de brasil muito menos dos amarelos, mas negro/a no brasil chegou sequestrado e outras pessoas de nações chegaram em outras condições, nossas estruturas são todas rearranjadas sobre o que já existe, e todos/a só fazem discurso o sistema anda sozinho, o governo que entrou ja esta em casa, nunca saiu, o governo ja era deles por exemplo. o poder branco quis foi nos guetizar porque estava nos iludindo que podíamos ir onde quiséssemos; Mas Aimé Césaire, martinicano, da america central nos disse que podíamos se perder no gueto e no universalismo, por isso é melhor gueto , gueto feito as suas reservas das coisas que voce acredita na luta contra a escravidão mental, ajuntando os fragmentos de negros/a que ainda resta para tentar nossas revanches cotidianas. Toda briga ou racha entre nos é porque estamos intoxicados/a dos patrões que andamos servindo e todo santo dia tem um golpe semântico ou literalmente cassetete ou balas em nossos lombos.Minhas ações para contribuir com a negritude e comigo mesmo é juntos com nossos/a amigos/a que muitos de voces ja conhecem é fazer o teatro negro, não somente ser ator,atriz é antes de ir pro palco é aquela pessoa que tem sua vida cotidiana e o nosso trampo é um salário mínimo que damos a nos mesmo, o salário da coragem é o nosso extra cotidiano, como diz o gilberto gil é o nosso realce de todo dia.





sexta-feira, 22 de abril de 2016



  http://ansia2.blogspot.com.br/2015/10/download-livros-de-carolina-maria-de.html
blog cabeça tedio




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quinta-feira, 3 de março de 2016




 Samba democrático se ...
Qual a graça de aproximar as pessoa, deixem eles flutuarem
Um samba triste de branco. É um exercício refalar com quem já se falou e fez negócio militância. Parece que cada pessoa tem algo a dizer e não diz. Esta doido! Depois do pau de selfie, quero tirar foto pra ninguém não, falou pra se. Diversidade suportável na medida do possível somente aquela de trabalho bosta. Aquele branco, branca trabalham na secção, suportar no cafezinho.  Aquele saco de pancada do setor que percebe somente suas intervenções. No samba  triste, eles ficam alegres, parece que assimilaram as aulas de dança. Vão ao samba como frequentar estágios para certificação. Qual a lei para feijoada laite ou daite. Foi uma lei que devolveu o samba  a essas pessoas, lei da inclusão. Aquele samba parecia concurso, monte de gente com cara de prova.
Quem fez teatrinho em brasilia, sair das cidades arredores longes; então era sempre o núcleo Plano Piloto pronto brasilia e nos cidade longes, caso eles não simpatizassem totalmente com a aparência, iriamos fazer oficinas para iniciantes em artes teatrais no eterno elenco de apoio no fechamento da oficina. Nem parecia ser praticas para iniciantes, uma pontinha de fala e com muita sorte e provações, se acontecesse. Tudo sempre a perigo. O protagonistazinho escolhido deu crisezinha e foi fazer algo mais certo para o mercado de trabalho.
E no cinema não é diferente, apesar de o tal núcleo gestor ser idealizado na cidade periférica ou no polo zona franca. Mas os/a técnicos tinha um que de samba triste brasilia, sempre chegar depois das leituras e imaginações. Somente levar seu conhecimentozinho de técnica e silencio. E assim três sambas executados. Para os brancos à vontade.
Dilmar Elemento Preto

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016




                Historiafato

Pela minha contagem, segundo ano que o governo de Brasília silencia o carnaval das escolas de samba que a gente acostumou a ver e a ir, desfilar; começaram deslocando novamente do espaço ideal, espaço chamado ceilambódromo para lugar nenhum, lugar agora de um silencio de comunidade negra envolvida, essa que deve fazer jus a uma decepção nos corpos protestando, reclamando, contra algo que vai justamente contra a falada diversidade de acontecimentos na rua que some aos tradicionais. Mas não, uma coisa é slogan de governo outra coisa é a realidade. Visitei a praça do D.I, Taguatinga e percebi um espaço asfixiado e delimitado para os blocos passarem o grupo de tambores no chão, enquanto uma banda aparelhada aguardava sobre o palco apresentação que achei literalmente sem o Axé, o bloco Asé Dudu é um bloco antigo merece todo o respeito. O carnaval se for bloco sincero é preciso desfilar pela avenida e não ficar restrito em um curral. Tem de estar disposto a escrever, brigar por isso e sair das camisas de forças institucionais. Sejamos subversivos ao menos em fevereiro. O carnaval é para gente brincar e chapar. Não para tocar na festa da cidade como um acordo firmado? É em fevereiro. Quem manda em carnaval não era pra ser governo. Quem manda em carnaval é energia de gente. No Plano Piloto fui ao bloco concentrado no setor bancário, muito monocolor no bloco, vendedores brancos empurrando o carrinho de vendas sobre o visitante. Aproveitaram todos os acontecimentos para boicotar o carnaval de escola, quando não era a oposição tradicional de grupos religiosos. Esse ano foi o mosquito com três vetores que transmitiam vírus e insegurança para beijar. Em todas as entrevistas na tv o mote é ser o carnaval da segurança e da limpeza. Tudo mentira porque as posturas dos corpos quando se depara com foliões diferentes é fobias e repulsas. Já não basta enredo que endossavam companhias e governos, agora contra a festa mosquito de três qualidades, os cones da secretaria de segurança, giroflex toda hora, tambores no chão; o palco de aço, estrutura alta, uma banda branca, um palhaço sem graça, musica sem gás. Como nada é novo, somos a pirraça disso tudo, existimos. Será que todxs estamos de passaporte comprado, o governo, as pessoas, e os defensores de governo? Viajamos pra longe e pra perto, de modo que distanciamos das principais questões do mundo pop negro. Quem quiser ficar eu fico, mas não fecho o bico.
Dilmar Elemento Preto



     http://revistausina.com/2015/08/15/performar-a-resiliencia/





    http://revistausina.com/2014/02/15/tiradentes-2014-e-o-cinema-brasileiro-contemporaneo-parte-i/

revista usina 9 2 2016


http://multiplotcinema.com.br/2012/06/entrevista-com-adirley-queiros/
revista multplot 9 2 2016