segunda-feira, 27 de junho de 2016
Oficina
Esquecer, jamais
Us racismos andam por aí
Nos planos quinquenais
Emergenciais
Quinzenais
Detergências
Nas arenas nojentas
Da senha das filas
Solicitar cartões de credito, armadilha
Do representante nojento da instituição
Com seu sarcasmo
De aula financeira de comparação estupida
Para dizer, não.
Taca no cu seu arrodeio, arrombado.
Enfie no próprio rabo
Da consignação
Do estornar
Abusivo a parecer que a dor
É fechamento de sarau
Perante armadilha
Do preço destaque
Da cor amarela caozada
Da câmera 360 grau
Sobrevoar ao redor
Querendo seu qualquer
E com medo da sua cara
Favela ‘perfeição’ da moda agora destaque
Os partidos passam
Mas ficam nos, os de
conceito
Só quero o que é meu
Entre as vias das cores
É com a escura que eu vou até o fim
Cuidado negro
Se te querem
Somente como massa pra se endividar enquanto consome
Você irá se fuder mais
Na mão dos serviços agiotas dos homi
Compartilhe o que você vive
Com suas melhores parcerias
Pois tudo é fase
Tudo que semear
Irás colher nos jardins dos corre.
Diobar fulosao
desdobramento de bosta virtual
afeto, o branco entra na minha casa pelo afeto, oferece drogas para o parente que gosta e fica, com laços afetivos, ele compra uma desavença que temos em casa fornece armas para os dois lados, nos nos aniquilamos, ele descobre onde esta nossas melhores terras disse que comprou, quem tem o laço afetivo com ele, é coagido a assinar o papel. a morenice é o que nos fica quando sem terra sem teto, o fruto de tudo, e vamos nos cada vez de boca na esquizofrenia que nos sobrou de herança.
diobar fulosão
domingo, 19 de junho de 2016
respostador
Na humilde vou respostar novamente, na intenção de contribuir com boa vizinhança. Na humildade se fosse dos reis, rainhas e poderosos/a que nunca a exercitam.
Na humilde vou respostar novamente, na intenção de contribuir com boa vizinhança. Na humildade se fosse dos reis, rainhas e poderosos/a que nunca a exercitam.
Não me ufano, se um/a negra/o em posição de presidente/a.
Nunca teve.
As estruturas racistas não pararão de matar negro/a, vide
mapa da violência. O suposto avanço negro/a, reflexões de equidade é bem mais
profundo para virar e quase degringola ou fica para ‘inglês ver’, quando em
canetadas ou MPs, governos mudam sua perspectiva da questão e a torna mais ‘universal’
e inclusiva como eles chamam a suas mudanças de foco ou golpes. Ou quando a
Seppir- ‘igualdade’ racial, acabou ou se desmanchou não foi isso que houve? Medidas
de governos, sem bem ainda ter feito seu papel? Desde as invasões de 1500
existem golpes.
No plano pessoal entrei nessa Ebc em novembro/2012. Me jogaram
ou me mandaram para auditoria e de lá me
retiraram alegando numa mesa, eu contra todos/a de que não tinha o perfil técnico.Temos
eu Rafael, membro do coletivo Elementos Pretos numa edição revista do conselho
curador um artigo sobre raça,diversidade e as organizações. https://issuu.com/03978/docs/revista_do_conselho_curador_6aed- 6°
ed. Tem muita coisa nessa empresa, mas parece sem peso.
Me orientaram levar meu currículo pelos setores, oferecendo
meus serviços. Administrador de empresas, recém formado, concursado com toda a
tradição no mercado de firmas terceirizadas. Trabalhador de serviços gerais e
offi boy na esplanada do ministério, call centers; essa foi minha formação até
ser desacreditado e renascido no governo passado e presente e o que vier.
A questão que eu refleti foi que lançaram o pro equidade no auditório
e na intranet, vi as negras da empresa selecionadas para abrilhantar um evento
que precisa de muito trabalho ainda e reflexões para transformações. Porque eu
sou o negro e inclusão racial não esta na pratica, esta no discurso da equidade
as vezes e o gênero são homem negro e mulher negra também. Tem de existir
coletivos serio na rua que pressione e reflita o quão é poderoso, excludente e
oportunistas os discursos e ações oficiais. Eu participei de três filmes que
foram premiados até pela tv brasil. Agora vamos fazer um teatro negro dia 24 de
junho, apartir das 11:30, sexta feira,nesse
talentos ebc, te convido. A produção do evento não teve a competência de fazer
um oficio solicitando a instituição que outros membros do coletivo trabalham a
suas liberações para esse dia. Quem sabe com isso criar parcerias futuras,
visibilidades. Daí eu penso porque falam em greves que a sociedade desconhece a
empresa? Só para encerrar, eu fui tirado em uma mesa de bar, onde estava
todos/a jornalistas, mulheres que vestem a camisa do coletivo de gênero. No
mesmo sindicato que dizem ter espaço de jornalistas pela igualdade racial. O
importante é pautar e protagonizar a negritude de cada pessoa e ficar ligeiro
com as armadilhas de quando os negros ‘chegam’; governos caem e começam, parece
tudo do zero. Se é que me entende. Sou equivocado porque aprendi com as quedas que me deram ou levei sozinho, das falação oficial que lembra de negros/a para não
cair, só em crises.
diobar fulosao
sexta-feira, 17 de junho de 2016
O coletivo Elementos Pretos apresenta o espetáculo dois pretos lokos na sequência
Um espetáculo que narra a trajetória de dois homens negros que enfrenta as agruras do racismo institucional. Desemprego,discriminação preconceito violências correlatas que vão transformar o destino dos dois; é uma livre adaptação da peça Dois perdidos numa noite suja do dramaturgo Plínio Marcos (1935-1999). O texto da peça é baseado na poética do Rap Nacional além de inspirações em cânones da literatura afrodiaspórica como Malcom X, Carolina de Jesus, Frantz Fanon, Angela Davis, em especial Abdias Nascimento e todo corpo do Teatro Experimental do Negro que nos norteou com uma teatralidade do negro possível junto a outros que dialogamos no imaginário coletivo negro. O espetáculo ja foi apresentado em Brazlandia, Ceilandia, Samambaia e Águas Lindas. A apresentação sera dia 24 de junho de 2016 no Espaço Cultural da EBC- local 1° Subsolo do Venâncio 2000 Asa Sul . Apartir de 11:30, entrada franca aberto ao publico.
domingo, 22 de maio de 2016
do facebuka pubicado aqui
Toda a elite que governa é uma desgraça que aprendeu com os capitalistas ou socialistas as formas de governar e onde isso aconteceu? nos encontros com os anglo-saxônicos e outros nos seus congressos e ninguém quer largar o osso e vai fazer o mesclado com todos tipos de governar que ja houve, eu também não sei nada de brasil muito menos dos amarelos, mas negro/a no brasil chegou sequestrado e outras pessoas de nações chegaram em outras condições, nossas estruturas são todas rearranjadas sobre o que já existe, e todos/a só fazem discurso o sistema anda sozinho, o governo que entrou ja esta em casa, nunca saiu, o governo ja era deles por exemplo. o poder branco quis foi nos guetizar porque estava nos iludindo que podíamos ir onde quiséssemos; Mas Aimé Césaire, martinicano, da america central nos disse que podíamos se perder no gueto e no universalismo, por isso é melhor gueto , gueto feito as suas reservas das coisas que voce acredita na luta contra a escravidão mental, ajuntando os fragmentos de negros/a que ainda resta para tentar nossas revanches cotidianas. Toda briga ou racha entre nos é porque estamos intoxicados/a dos patrões que andamos servindo e todo santo dia tem um golpe semântico ou literalmente cassetete ou balas em nossos lombos.Minhas ações para contribuir com a negritude e comigo mesmo é juntos com nossos/a amigos/a que muitos de voces ja conhecem é fazer o teatro negro, não somente ser ator,atriz é antes de ir pro palco é aquela pessoa que tem sua vida cotidiana e o nosso trampo é um salário mínimo que damos a nos mesmo, o salário da coragem é o nosso extra cotidiano, como diz o gilberto gil é o nosso realce de todo dia.
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