quinta-feira, 6 de abril de 2017
ttt
os arrombado ficou puto, que o tal brasil saiu no idh atrás da venezuela, e as elite daqui não gosta de perder pra vizinho sul-americano em nada, nem em em pais mais genocida.
idh-índice de desenvolvimento humano, pelo menos era pra ser
aniversário de cidade é assim
bastilia, onde a agua nunca acaba, mas na grande brasilia sim
domingo, 2 de abril de 2017
estado de bosta, genocida que mata negros, indígenas, sucateamento é fichinha
alguém
disse isso dia 31 março e eu complemento- quando resolverem ir pra rua
contra os descalabros gerais, ate lá se isso acontecer já era
dignidade, e é uma pena, porque vocação pra heroísmo é sacanagem, cadê
as entidades classistas representativas pra respaldar movimento das
ruas? sozinho é sacanagem, sofrer repressão e desmoralização sozinho e
os covardes apenas receberem as conquistas em suas zonas de conforto é
sacanagem,
pra não dizer uma desgraça.
pra não dizer uma desgraça.
reflexo
das desmoralizações que começaram não foram com uma canetada mais duas,
é por isso que tem que frequentar as reuniões, propor reflexões e
pensar como um todo, o estado ja era, e a terceirização é isso também,
sucatear e contratar outras firmas para
fazer esse serviço, em pensar que esses governos venderam um tal modelo
digital que aumentaria a capacidade da comunicação. a empresa tem de ser
nossa. pensar assim nos fará ir pra rua contra a sucateamento das coisas.
por exemplo tem de pensar na tal empresa em que nos trabalhamos e na
desmoralização que esta acontecendo em todo estado, e não acreditar que o
que acontece na ebc é isolado. vamos para alguma greve geral anunciar
esses problemas velhos novos. uma estatal que não cumpri seu principal
objetivo fazer rádio, a estratégia ja era- fazer conteúdos que contribua
com a visao criticas das pessoas- quem lembra dos gerentão dizendo essa
conversinha?
quarta-feira, 29 de março de 2017
era contexto de participar ou não de movimento nacional contras as reformas. Eu somente peguei o que eu disse.
Pergunta, greve geral contra as canetadas 'reformistas' em tudo,o que mesmo que não é ideológico? e a comissão de empregados sem ninguém é fator ideológico de falta mobilização, é dia 31 de março que vamos aderir a paralisação geral? é o mínimo que se pode fazer com apoio mínimo do sindicato que são dois na empresa, que pode demitir a cada 6 meses em seu novo estatuto? é preciso entender coletivamente as reformas que afetam a todas pessoas clt e demais dependentes de previdência. eu penso que o grupo virtual que serve pra nada se a gente não sair pra ir pra rua. não existe sistema fechado, eu também acredito que ao sabermos da desmoralização de mais uma empresa de sistema cltista semelhante a ebc, é o sinal que toca pra nos, o cenário é entupido, eu acredito no exercício de pensar nos próximos que tem carteira assinada e os efeitos no conjunto. focar apenas na ebc é mesquinho, os professores estão em greve, nos fazemos reunião onde não existe uma nota de apoio. comissão de empregados não aparece ninguém, fazemos assembleia numa data fora do evento nacional ,vide dia 16 na ebc enquanto dia 15 evento nacional, ja fazemos muito bem o jogo que os poderosos gostam, as categorias negociam individualmente suas pautas , no escritório fechado com a exigência de fulano profissional com o perfil de negociador. particularmente eu tenho varias criticas aos movimentos classistas, mas é o que temos para o momento de tesourada nos tais direitos trabalhistas, de reformas proposta por um vice presidente que não caiu do céu.
vamos pra greve geral isso com apoio de sindicato pra na volta não sofrer assedio, eu quero só trabalhar um pouco e não morrer trabalhando e não achar que fazer outro concurso difícil, vai melhorar as condições de trabalho, a ideia é que a empresa seja pra todas as pessoas, e que se pudermos ser solidários com outras lutas que sejamos. vamos reinventar o jeito de fazer protesto que ta chato esses tempos, protesto aos domingos, protesto cinco da tarde, quando os burocratas ja foram embora, protesto sozinho, ja que o estado arrebenta nos quando seus burocratas com suas canetadas fazem pecs sem pensar nos seus reflexos, concordando ou discordando dos que falam muito e inflam de retoricas, mas os fatos acontecem mesmo é as pessoas nas ruas manifestando. é dia 31 é?
quarta-feira, 15 de março de 2017
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
so quer internet
eu lembro de ninguém querer fazer greve, não queres fazer pauta unificada com outras demandas todas contra as precaridade dos trabalhos hoje em dia e contra o desemprego também. mas porque só existe coragem para relatar na net e não para fazer greve? porque sera que quando vem a data base ja no final de ano todas as outras categorias ja pautaram em horários separados suas pautas? eu não entendo de termos técnicos, relatos, bla bla. talvez eu queira aprender sobre ir pra rua, buscar categorias e grupos inconformados e fazer greves, reflexões, debates, só constatações não resolve, se candidatar a um posto desse não resolve. ate as confederações ja ficaram mais poderosas do que as pessoas que trabalham, foi o que ficou demonstrado naquelas brincadeiras do passado, três assembleia para não fazer nada em termo de paralisar ou dizer para as pessoas a real situação. eu vejo gente dizer: esta descontente vai no presidente e pede pra sair, respostas que não são caminhos. se liderança de sindicato relata na internet a realidade, imagina eu sozinho, só resta resignar e ser o louco por aí. é um cenário fudido que cada pessoa escolhe um ombro de gerente amigo pra chorar seu choro todo dia. antes do aumentin do ticket e o salário porque só isso que basta. porque doenças laborais, estresse, racismo, machismo, essas manifestações que também precisão ser enfrentadas todo dia, ninguém observa seriedade em seu enfrentamento nas assembleias e que são males que destroem gente que trabalha.cade a tal qualidade de vida? quem tem coragem de brigar por ela? mas a mecânica é essa mesmo que disse o amigo, o de cima sobe e o de baixo desce, porque fica sustentando essa bandeja. qual o próximo passo? vou escrever na rede também.
domingo, 15 de janeiro de 2017
sábado, 7 de janeiro de 2017
conversa com Luís Gama
sexta, não é feira
sol alto
fato
na moleira
não és um cabeleira
tens desfalque na cumieira
verão
solzão de janeiro
trampo é no subsolo do shopping
ar rarefeito
refrigerador com defeito
bunda e cacunda molhada
transparece na roupa
Grande seção
quem inventou de quebrar as parede
integração é uma coisa verde
elite mais clara, partidária, profissional da política, se diz governar
ostenta dinheiro em compras e contas bancárias em paraísos
estão a fazer essa guerra ao tráfico
as custas de genocídio de gente escura
balas encontradas
ao bem desses status cu
eugenia descarada?
é a retomada mais brutal
dos velhos projetos clareamento?
idealizados por uns
dissimulados por outros.
Nina Rodrigues
Lombroso
Gobineau
Arthur Ramos.
Levar em conta, contexto que viveram?!
Somente se as vítimas dos genocídios pudessem voltar para vingar em legítima defesa
passados criminosos
altos fulanos
que antes de estado pagar, indenização
preferem romantizar, naturalizar
estupros coloniais
objeto sexual
misoginia antiga
o turista ao sair por aí
a sorrir dos nativos
dos seus cabelos e vestidos
cobiçando e apropriando
do que acham exótico
nas estúpidas fotos
imagino Kilombolas
imagino indígenas
um dia de paz em suas cachoeiras sossego
se os olhos grandes desaparecessem.
Dilmar Elemento Preto
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