quinta-feira, 12 de outubro de 2017
bla bra
direita, qualquer coisa,esquerda desde florestan fernandes, dosou o odio e urgencia dos preto\a. ate os proprios partidos querem mudar de nome, so o 'p' hoje, de tao podres. no brasil soa proibido os\a pretos\a trilhar um caminho pela via escura de suas dignidade. e os brancos usam os próprios pretos\a cooptado porta vozes de seus partidos quando querem usar isso, comunicar aos seus pares que é impossível cuidar da própria cabeça, retirar os\a pretos\a de sua própria autonomia, criar suas organizações sem atravessadores. partida novo com branco, as istoria tai pra dizer que eles não entende preto\a protagonista, então misto de qualquer organização dizendo divisor de água vai ser mais do mesmo
sábado, 16 de setembro de 2017
resenha teoria geral do fracasso livro de Hamilton Borges
Teoria Geral do Fracasso
Lendo os versos do doutorzão Hamilton Borges, vou lembrar de mim mesmo, é disso que a maloca gosta, ideia curta e certa. O trampo é dividido no que ele chama de sua casa e a rua.
Lembro de minha vó preta, Ildemar, apelidada de Dezinha. quando ele diz de sua vovó. Lembro de meu pai falando Titia, o nome que ele chamava sua mãe. Mãe velha, meus primos a chamava. A cor da vó do doutor é tão importante, porque é ela esteio principal da casa dele, feito resistência de flandre, importante para fazer calhas das casas, fazer os copos, livrar as goteiras de molhar nossos documentos, é substância que o protege não deixa enferrujar. Serve para descer a bica d'água, das calhas a gente lava os pés, antes de entrar para dentro de casa.
Feijão com farinha, trabalhar na roça, carrear no carro puxado a bois, era um serviço o dia todo. Mas é para quem vai carrear, essa é a expressão da roça, tem de comer um grude reforçado de manhã cedo. Então feijão de ontem, estava assim tutuzado, reforçava com farinha, quebrava uns ovos, mexe tudo e vamos para o eito.
Pai disse que o povo dele veio de Caitites na Bahia para o norte de minas( São Francisco, Pintópolis, Urucuia). Depois para buscar serviço seus irmãs\o, a capital que procuraram foi o “setor O’’, Periferia de brasilia. Depois da rodoferroviária velha, se percebia,não era na capital que se iria morar.
Mas todo mundo tinha um retrato, ou crucifixo do senhor do Bonfim, sempre se Deus quisesse, ainda iria visitar Bom Jesus da Lapa. Me batizaram na Serra das Araras-MG, lá tem uma igreja de Santo Antônio, sou afilhado do Santo.
Lembrei mano Brown a cantar- recordo minha mãe ainda jovem, nova jerusalém o nome do som.
Se tiver bem católico esse papo, vocês não arrepare, depois da primeira comunhão, não segui carreira. Foi na roça. Agora só falo e tento entender outros mistérios, tudo que tem o nome tem o dono, assim dizia os mais velhos.
Hamilton segue sua caminhada, homenageia doutora Andreia Beatriz.
Onirê, caçulão, mais novo, e saudade dos mininos, dos mais taludos que moram longe. Neném, ainda vai ver se obtém um jeito de trazer pra perto, vai mexer no mapa.
Quando minha vó rezava na cama, próximo ao seu altar na cabeceira, era uma oração comprida que ela pedia pra Deus proteger os parentes perto e os de longe.
Hamilton saí pra rua.
Leva a letra na base e saí a rima, nas esquinas, visita as batalhas.
Hamilton velho, está de frente aos manos mortos
Hamilton amanhece com o juízo nos companheiros, Hamilton puxou grade. Fazer o que se cadeia é pra homem, e soa o rap... Altos covarde disciplinado, torturador com armas do estado. É foda acordar e ver que arrastaram o mano, outrora altivo, vivo. Agora só imls. Mas é aprender os métodos, é celebrar, enfrentar. A vida é sofrida mas não vou chorar…
Como diz 50 cent, fique rico ou morra tentando.
A teoria é do fracasso porque o importante é cair pra dentro. Se colocasse outro nome, geral era perigoso não Reajir! Não dá nada. O importante é se lançar, né doutor!
Um salve a todas e todos envolvidos que jogam a missão pra frente, saúde e muitos livros.
Dilmar Elemento Preto
quinta-feira, 7 de setembro de 2017
ainda e depois dessas reuniões...
...e os sindicatos unificados nos chamar pra corrigir prova, digo act- acordo coletivo de trabalho- e falar uma linguagem desmotivante patronal, estamos com essa conjuntura desde sempre:, não participa de eventos nacional, usa o pressuposto que a sociedade não conhece a empresa os presidentes também usam o mesmo discurso, nao se fala de eventos atividades extra laborais,alongamentos e eventos para diminuir a estafa do ambiente de trabalho dentro da rotina de cada pessoa. O setor adm por ex, que não é somente rh, mas é somente rh operacional com sua repetição de rotinas trabalhistas porque está em eterna fase de implantação de sistemas eletrônicos de apoios atividades. Assembleias conjuntas que até hoje não fala uma linguagem que contemple ou tente aproximar todas as pessoas para uma união de demandas. Quem sabe das pessoas que sofreu os expurgos, perseguição política e mudou sua rotina horário de trabalho, perdeu cargos, função por que foi atuante em gestões passadas? são vários lados de vários planos, dos que não tem nada de tempo de casa nem aposentadoria e sofre, sofreu, enfrenta expurgos...eu penso que amor genérico a comunicação publica ou fazer outro concurso são palavras prontas que não responde nada, amortece o conflito ou distorce realidades brutais
...e os sindicatos unificados nos chamar pra corrigir prova, digo act- acordo coletivo de trabalho- e falar uma linguagem desmotivante patronal, estamos com essa conjuntura desde sempre:, não participa de eventos nacional, usa o pressuposto que a sociedade não conhece a empresa os presidentes também usam o mesmo discurso, nao se fala de eventos atividades extra laborais,alongamentos e eventos para diminuir a estafa do ambiente de trabalho dentro da rotina de cada pessoa. O setor adm por ex, que não é somente rh, mas é somente rh operacional com sua repetição de rotinas trabalhistas porque está em eterna fase de implantação de sistemas eletrônicos de apoios atividades. Assembleias conjuntas que até hoje não fala uma linguagem que contemple ou tente aproximar todas as pessoas para uma união de demandas. Quem sabe das pessoas que sofreu os expurgos, perseguição política e mudou sua rotina horário de trabalho, perdeu cargos, função por que foi atuante em gestões passadas? são vários lados de vários planos, dos que não tem nada de tempo de casa nem aposentadoria e sofre, sofreu, enfrenta expurgos...eu penso que amor genérico a comunicação publica ou fazer outro concurso são palavras prontas que não responde nada, amortece o conflito ou distorce realidades brutais
sábado, 22 de julho de 2017
por que os camelôs não podem ficar no centro da cidade e o grafite agora pode? Os artistas e manifestações ditas 'marginais' vivem esses tempos ou ja algum período, a partir dos anos 2000, no brasil, uma certa flexibilização,saíram do picho para o grafite, seguindo exemplos picassos. Dos códigos pichados e repreendidos nas portas das lojas, nas paredes, para figurarem nos painéis. Qual o papel subversivo no sentido de provocar que a arte 'marginal' tem, foi enquadrado? E os camelos será que ja podem vender nas ruas, parece que não, é no que eles determinaram shoppings populares, ou tendas alugadas. Na matéria do jornal o tempo-bh , fala-se de um chamado, 'projeto gentileza', a quem se destina? Na reportagem fala-se que na decada de 1990 e 2000 foi o retorno ao condomínios e que hoje é o inverso, entende-se esse grafite nos paineis sendo enfeite dessas ruas.
As próprias batalhas de mcs, as quinta na praça do relógio de taguatinga, de quem vai ser as ruas em cada horário? Quem será os empoderadas dona desse tempo?
Quem precisará sair das ruas para que esse retorno alternativo medroso volte as ruas?
Bem que podia geral ganhar com isso.
endereço da matéria abaixo
http://www.otempo.com.br/pampulha/cidade-linda-1.1500035
sexta-feira, 7 de julho de 2017
afrovidapresentepreteritafuturoagora
é lançada a sorte
água nunca mais voltará
já pisa em solo esturricado lunar
fazer a superstição
naves físicas
viagem cara
realizam
exploração ou invasão?
tem papos de avanços na ciência para quem.
solo hidromórfico
serrado
foda-se palavreado!
beberrões
falastrões de bares
nada se sustenta pós caminhada
rodoviária desbaratina
afro pessoa
sem fé na mãe do corpo
celebração artificial
do final da jornada caucasiana
importaram muito funk e alucinógenos
elixires negros fazer a cabeça
dos sem cabeça
ainda com corpo de escritório, as branca dançam com as ancas duras
Última jornada consumida!
a zero hora entrará na ilegalidade
o pancadão que delicia e apavora
os normativos neos ze povin
ha, ha….
protejam-se…
dilmar elemento preto
segunda-feira, 24 de abril de 2017
sobre bruzudangas de Lima Barreto e exercício de escola
O pano de fundo desse livro são as desigualdades ainda hoje presentes no Brasil. São elas regionais, raciais, sociais e de renda. Essas disparidades que ainda hoje não deixa o pais seguir sua vocação de um bom lugar vamos chamar assim. Aqui ainda existe essas elites predatórias contra as politicas de inclusão racial, social. O autor viveu sua vida no período que o pais saiu do império com a fadada abolição da escravidão sem reforma agraria, com toda a sua população majoritariamente negra segundo informações demográficas da época, sem nenhuma dignidade, sem apoio do estado, o que é feito até hoje. O estado não gosta de apoiar os mais necessitados. O pais acreditou em um desenvolvimento que a Europa poderia trazer. O seu componente negro indígena foi o responsável pelo o entrave no suposto desenvolvimento nacional e não essa elite mais clara predatória profissional que nos vemos na politica ate hoje, passada de pai para filho, com órgãos de fiscalização com conselheiros sendo acusados de receber propinas.Um pais que tem uma investigação em seus frigóricos chamada de carne fraca é para justamente ocultar a carne podre desses desmandos seculares ainda na fundação, desse estado genocida. Nos diz que a carne sendo fraca então ela pode se permitir os desmandos, seus crimes fiscais, dinheiros em contas estrangeiro. O texto é muito atual, e no Brasil a gente mata os/a seus visionários/a para depois descobrir a urgência de suas denuncias até como estratégia, de influenciado pelo pensamento eurocêntrico, sufocar a denuncia. Então um autor negro teria e ainda hoje tem dificuldades e desafios para o seus pensamento percorrer os bancos das escolas, faculdades e ate mesmo dos setores que elaboram os planos estratégicos de desenvolvimento. Pergunta, quantos autores negros/a indígenas temos em nossos planos de curso?
O pano de fundo desse livro são as desigualdades ainda hoje presentes no Brasil. São elas regionais, raciais, sociais e de renda. Essas disparidades que ainda hoje não deixa o pais seguir sua vocação de um bom lugar vamos chamar assim. Aqui ainda existe essas elites predatórias contra as politicas de inclusão racial, social. O autor viveu sua vida no período que o pais saiu do império com a fadada abolição da escravidão sem reforma agraria, com toda a sua população majoritariamente negra segundo informações demográficas da época, sem nenhuma dignidade, sem apoio do estado, o que é feito até hoje. O estado não gosta de apoiar os mais necessitados. O pais acreditou em um desenvolvimento que a Europa poderia trazer. O seu componente negro indígena foi o responsável pelo o entrave no suposto desenvolvimento nacional e não essa elite mais clara predatória profissional que nos vemos na politica ate hoje, passada de pai para filho, com órgãos de fiscalização com conselheiros sendo acusados de receber propinas.Um pais que tem uma investigação em seus frigóricos chamada de carne fraca é para justamente ocultar a carne podre desses desmandos seculares ainda na fundação, desse estado genocida. Nos diz que a carne sendo fraca então ela pode se permitir os desmandos, seus crimes fiscais, dinheiros em contas estrangeiro. O texto é muito atual, e no Brasil a gente mata os/a seus visionários/a para depois descobrir a urgência de suas denuncias até como estratégia, de influenciado pelo pensamento eurocêntrico, sufocar a denuncia. Então um autor negro teria e ainda hoje tem dificuldades e desafios para o seus pensamento percorrer os bancos das escolas, faculdades e ate mesmo dos setores que elaboram os planos estratégicos de desenvolvimento. Pergunta, quantos autores negros/a indígenas temos em nossos planos de curso?
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