terça-feira, 5 de março de 2019
BIbi e fiquei vendo
viva o carnaval essa força da rua que ainda pode nos ajudar a lutar, contra essa reforma neoliberal das coisas, em que o pobres viraram vilão e os patrão os tais reis da boral da naçaõ do cu grande, agora os pobres vão sendo contaminado pelo discurso de que isso e aquilo desde o tempo antigo , bom para o polvo é menos intervençao do estado, menos sus por exemplo e cada um com seu tempo de murici e com seu plano de saude, em que se percebe os que vota mais, vota pelos planos, são lobis de quem tem interesse direto, porque tem negócios nessa área. a maioria dos pobres no brezil são pretos e pardos, então se trata dos mais atingidos desde sempre com estado policiado, porque essa categoria o estado oferece aumento, justamente para ajuda-lo a fiscalizar sua privatizações e descontentamento do polvo
segunda-feira, 4 de março de 2019
disso que eu to falando
vamos torcer para um bom carnaval, tanto para o bloco dentro de casa, como para o bloco rebanhão, o bloco eu sozinho, o bloco de pleno restabelecimento de um novo tempo, bloco de ijexá, bloco de candomblé na rua, bloco das mina, bloco dos cara, bloco de encontro, bloco desencontro com marchinhas. bloco fakbuk. bloco das mulheres de fé em qualquer palco, bloco das mulheres em qualquer lugar, bloco dos considerados, bloco de qualqer coisa. vamo aproveitar que a gente nem vai ter mais um bloco de feriado na segunda esse ano. viva a magia do bloco do pretos jazz e seus entusiasmos num pais injusto e mesmo assim gliter, mesmo assim andar nessas proibição abestadas que só nos atrasará.
xxxxxxxx
Perfil morar basilia
Branco, burguês e alternativo
O negro/a de Brasília para sobreviver, conta com uma capacidade de abstração, displicência bem acentuada. Aí quem sabe tenha até sucesso. Ame o bloco, ame a quadra, a prefeitura ‘’comunitária’’. Ame o parquinho, ame o cachorro, o gato. Ame os livros usados, apesar dos pdfs e afins; ame tudo, ame a igrejinha. Ame ou deixe-a. Ame dizer para outros, que o transito é assim, a rua assado. Ame a bola, o vago, o vácuo de puxadinho para os mais influentes na cena qualquer do lugar. As oficinas de carro. Pão, linguiça com pimenta. Quem ama brasilia sempre está a procura de droga alucinógena. Quem tem um compromisso em Brasília sem efeito paralelo, não a suportaria. A decadência em brasilia é triste, pelos estragos que o status faz, então ter de morar em um bairro ou cidade satélite mais longe, ou na região do entorno, onde sempre se gabou de morrer de medo de violência e tal. Pensando nisso, a alternativa para expansão do solo, foi implementar a grande basilia, disseminar para o DF, e antigas cidades luas, R.A (região administrativa). A tendência de tudo é um grande governo. Chegar até o Entorno ou Região Metropolitana. Mas sem isenção fiscal, passagem igual, pouco significa. Brasília ame ou deixe-a. Pode não ser previsível, mas errar essa ideia de lugar, só distraído. Querem basilia para morar, porque passou na tal prova para trabalhar por aí. Veio pelo gabinete parlamentar. No inicio a lenda diz: queixa-se. Solidão dialoga até com um par da diversidade. Depois toma pé e nunca mais. Aprende assimila o ‘’o tchauzinho’’. Usa a expressão ‘’você esta de carro aí, quer carona’’. Carona é quase um suplício para acontecer. Muita gente não esta no governo, vai assumir aquela onda, ‘’basilia tem vida’’. Muita atividade virtual, retratos de bichos exóticos, frases mudança de foco de qualquer assunto. Muito brechó, muita cultura. Personifica em alguns estados ou estado o que há de melhor em sertão. Para disfarçar sua segregação ou aumentar; cada gestão cria um slogan abrangente. Aquilo até hoje parece uma espécie de feudo ou hipercomércio importante, com comércio ‘‘menores’’, aos arredores tudo inflacionado, devido aos impostos estaduais diferente dessa ilha. O problema de basília é querer iludir todo DF do tal ‘’tamos juntos e misturado’’.
O negro/a de Brasília para sobreviver, conta com uma capacidade de abstração, displicência bem acentuada. Aí quem sabe tenha até sucesso. Ame o bloco, ame a quadra, a prefeitura ‘’comunitária’’. Ame o parquinho, ame o cachorro, o gato. Ame os livros usados, apesar dos pdfs e afins; ame tudo, ame a igrejinha. Ame ou deixe-a. Ame dizer para outros, que o transito é assim, a rua assado. Ame a bola, o vago, o vácuo de puxadinho para os mais influentes na cena qualquer do lugar. As oficinas de carro. Pão, linguiça com pimenta. Quem ama brasilia sempre está a procura de droga alucinógena. Quem tem um compromisso em Brasília sem efeito paralelo, não a suportaria. A decadência em brasilia é triste, pelos estragos que o status faz, então ter de morar em um bairro ou cidade satélite mais longe, ou na região do entorno, onde sempre se gabou de morrer de medo de violência e tal. Pensando nisso, a alternativa para expansão do solo, foi implementar a grande basilia, disseminar para o DF, e antigas cidades luas, R.A (região administrativa). A tendência de tudo é um grande governo. Chegar até o Entorno ou Região Metropolitana. Mas sem isenção fiscal, passagem igual, pouco significa. Brasília ame ou deixe-a. Pode não ser previsível, mas errar essa ideia de lugar, só distraído. Querem basilia para morar, porque passou na tal prova para trabalhar por aí. Veio pelo gabinete parlamentar. No inicio a lenda diz: queixa-se. Solidão dialoga até com um par da diversidade. Depois toma pé e nunca mais. Aprende assimila o ‘’o tchauzinho’’. Usa a expressão ‘’você esta de carro aí, quer carona’’. Carona é quase um suplício para acontecer. Muita gente não esta no governo, vai assumir aquela onda, ‘’basilia tem vida’’. Muita atividade virtual, retratos de bichos exóticos, frases mudança de foco de qualquer assunto. Muito brechó, muita cultura. Personifica em alguns estados ou estado o que há de melhor em sertão. Para disfarçar sua segregação ou aumentar; cada gestão cria um slogan abrangente. Aquilo até hoje parece uma espécie de feudo ou hipercomércio importante, com comércio ‘‘menores’’, aos arredores tudo inflacionado, devido aos impostos estaduais diferente dessa ilha. O problema de basília é querer iludir todo DF do tal ‘’tamos juntos e misturado’’.
Diobar Fulosão
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019
http://nossaescrevivencia.blogspot.com/2012/09/disertacao-de-mestrado-e-tese-de.html
http://nossaescrevivencia.blogspot.com/2012/09/disertacao-de-mestrado-e-tese-de.html
http://tvbrasil.ebc.com.br/artedoartista/episodio/escritora-conceicao-evaristo-em-um-papo-no-arte-do-artista?fbclid=IwAR01FqtOuZgpGOqtY-K-4VmC7yMvllqNp-cdQM4rNHq_-iKupld50e7vOsI
conceiçao
vejo uma media de mais de um zoi que olha o brog e não fala nada
da nada não
fala aí qualquer lombra
então.
domingo, 17 de fevereiro de 2019
racismo é antigo
no brasil um sistema racista desde as invasões , somada as invasões neocoloniais. a máquina racista nessas terras tem um caráter peculiar de ser um crime perfeito e seguir impune.
essas redes de comercio alem de todo seus aparatos imundos de observar os clientes pretos, cameras, robocops agora com sua carta branca que é o incentivo dos formadores de opinião,governos solta em suas declarações publica, é mais um inferno existir nessa terra desde sempre
essas redes de comercio alem de todo seus aparatos imundos de observar os clientes pretos, cameras, robocops agora com sua carta branca que é o incentivo dos formadores de opinião,governos solta em suas declarações publica, é mais um inferno existir nessa terra desde sempre
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
voga é bosta
Lembrei de serviços gerais. Ajudante de pedreiro. A moeda rede social emocional social virtual é um fuxico geral.uma intelectual fala. Mas tamo ocupado demais.ou lendo demais ou trampando demais ou noiando demais. Patrimônio imaterial turismo temático demais. Somos dono de qe da licença do gov? Nu fim uma disculpa .branco se torna heroi.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
finado afluente
finado afluente
brumas
brumados
roçados
pastos
turismo
cantina
pensão
carnificina
mariana
gado
morro
galeria
correria
desespero
lama
lamaceiro
paracatu
pedaços de gente
guernica é outra coisa
lama dura
fundura
gritos do silêncio
mercúrio
toxidade
bauxita
níquel, amianto
qualquer coisa manipulada
urânio
barbacena
a piada com os lokos
versão brasileira
filme de corpos
renegados
o trem fantasma
césio 37
o abandono
porque fabricante não sofre nada?
clt informalismo
teto de indenização
tramita na justiça infinita
rumo a pessoa jurídica
o mar de lama dos que se adapta
no silêncio e banhar das praias
precisa do emprego
sujeitado
o rio dos corpos desespero
afluente do mar morto.
dilmar elemento preto
recauchutar
recauchutar em vários sentidos
https://www.dicio.com.br/recauchutar/
https://www.youtube.com/watch?v=wJN52ihKiqY
https://www.youtube.com/watch?v=jMo2NEqNx10
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